terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pit bull ataca porco espinho e fica ferido no Mato Grosso


Um cão da raça pit bull ficou ferido em uma briga com um porco espinho, na madrugada desta segunda-feira, na cidade de Coxim, no Mato Grosso do Sul. O cachorro teve mais de 1000 espinhos cravados pelo seu rosto, patas e dentro da boca enquanto atacava o animal em uma oficina, a 243 km da capital Campo Grande.
Encontrado pelo seu dono no início da manhã, o pit bull foi encaminhado para uma clínica onde recebeu atendimento. De acordo com os veterinários, o cão recebeu anestesia e passou por um procedimento de duas horas para retirar os espinhos, cada um com até 10 cm. O porco espinho morreu.

Venha para a Papá de Bicho e saiba o que fazer em casos como este...

sábado, 18 de agosto de 2012

Alta nos preços do milho e da soja encarece rações

A seca nos Estados Unidos tem afetado o preço do frango no Brasil. Isso por causa da produção de milho e soja, que são usados na produção da ração. Com a demanda do mercado externo, os produtores têm optado por exportar os produtos para faturar mais em um mercado desabastecido, o que reduz a oferta no mercado interno e aumenta o preço dos produtos.
O engenheiro agrônomo Enéas Fergusson explica que a alta de preço acontece porque o preço do milho disparou. Com isso, os produtores enfrentam dificuldades em fabricar a ração, que tem no produto seu maior componente. A informação é corroborada pelo gestor ambiental Reinaldo Karan. De acordo com ele, o milho representa 60% do custo da ração utilizada na produção de frangos. Com o preço em alta, o insumo também sobe.
Se o custeio da ração aumenta, o lucro diminui, colocando o produtor em dificuldade. Outro problema apontado por ele é que atualmente predominam no estado as monoculturas, principalmente de cana-de-açúcar, e há escassez de culturas de milho e outros produtos que compõem os insumos, o que também contribui para a alta de preço.
Com a crise no setor, o frango, que sempre é opção da carne bovina, está pesando no orçamento. Humberto Fernando Pantoja, proprietário de um supermercado na cidade, conta que o preço já teve duas altas somente nesta semana, uma na segunda e outra na quarta-feira.

As rações para animais de estimação também tem seu preço afetado com esta alta no preço do milho, pois tem em sua formulação além de milho, frango, o que aumenta ainda mais o preço. Veja em nosso blog como escolher a melhor ração para seu animal de estimação!

Papá de Bicho sempre atenta ao mercado e buscando qualidade na informação e no atendimento aos clientes!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Diabetes em animais

Diabetes mellitus atinge 1 em cada 400 gatos e uma proporção similar de cães. Porém, de acordo com estudos recentes, sua prevalência em felinos vem aumentando. Os sintomas em cães e gatos são semelhantes aos apresentados por humanos. Em geral, a maior parte dos cães diabéticos apresenta diabetes do tipo 1 (insulina-dependente), enquanto que cerca de 80-95% dos gatos diabéticos apresentam diabetes do tipo 2 (relacionada, em humanos, com obesidade), ainda que costumem estar severamente dependentes de insulina na ocasião do diagnóstico da doença. A enfermidade é definitivamente tratável e não necessariamente determina óbito ou perda de qualidade de vida do animal. No caso de felinos acometidos pela diabetes do tipo 2, o tratamento adequado imediato pode até mesmo levar à remissão do quadro, caso no qual o animal deixa de necessitar de injeções de insulina. Quando não tratada, a enfermidade pode levar à cegueira em cães, fraqueza dos membros nos gatos, má nutrição, cetoacidose diabética, desidratação e morte.
Clinicamente, a diabetes caracteriza-se pela manifestação de uma síndrome que apresenta poliúria e polidípsia: o cão urina e bebe mais do que o normal. Esta síndrome costuma ser acompanhada de emagrecimento, apesar do aumento do apetite.
A estas manifestações, clássicas, da diabetes melito, podem-se acrescentar problemas cutâneos, em particular alopecia e piodermite; problemas oculares dominados pelo aparecimento de uma catarata; problemas urinários diferentes da poliúria, que costumam traduzir-se numa infeção; e, aumento do volume hepático, revelado pela palpação abdominal.
DIAGNÓSTICO
Primeiramente, o veterinário deverá diferenciar o tipo de diabetes (melito ou insípido) em função dos sintomas, o clínico deverá solicitar uma análise para determinar a quantidade de glicose no sangue do animal em jejum.
Em caso de diabete, a glicemia, cuja percentagem normal situa-se entre 0,80 e 1,20 g/l, eleva-se sempre acima de 1,5 g/l. Podem-se produzir valores muito elevados, de até 4 g/l. Quando a glicemia ultrapassa 1,80 g/l, o excesso de glicose é eliminado pela urina (glicosúria).
A ausência de glicose na urina não é suficiente para se concluir que o animal não é diabético. Além da glicose, o veterinário costuma medir outros parâmetros sangüíneos, cujas variações podem revelar o aparecimento de complicações hepáticas ou renais, freqüentes ao longo desta doença. Assim, a análise dos transaminases (cuja percentagem revela o bom ou mau funcionamento hepático), da uréia e da creatinina (cujas percentagens referem-se a qualidade do funcionamento renal) são essenciais para poder avaliar as repercussões da patologia no fígado e rins e precisar o prognóstico. Se existem complicações renais em particular, o prognóstico da diabetes melito deve ser feita com reserva, seja qual for a terapia empreendida.
PROCURAR AS CAUSAS QUE FAVORECEM
Quando se confirma a existência de diabete melito, é muito importante investigar as causas que podem favorecê-la. A diabetes do cão pode estar associada a outras doenças ou desequilíbrios endócrinos. Assim, pode ser comprovada a evolução da síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo), no caso de excesso de secreção de hormônio do crescimento, de desequilíbrio endócrino na época do cio, de feocromocitoma (tumor geralmente benigno da medula supra-renal), de hipertiroidíase ou, também em conseqüência de injeções de cortisona. A investigação das causas favorecedoras é muitíssimo importante, pois seu tratamento específico permite curar, definitivamente, a diabetes melito ou, pelo menos, facilitar o seu tratamento sintomático.
TRATAMENTO
Depois da definição do diagnóstico, aplica-se uma terapia destinada a suprir a deficiência de secreção de insulina pelo pâncreas. Esta terapia, freqüentemente baseada na injeção de insulina de origem porcina, não deixa de ocasionar problemas, e deve ser bem elaborada. Não se trata de fazer baixar a glicemia para seu valor normal, o que seria praticamente impossível e até perigoso, pois os riscos de hipoglicemia são reais, mas sim, de reduzir a percentagem abaixo de 2g/l quando a atividade da insulina atinge um nível máximo.
Para chegar a este resultado, recomenda-se administrar, durante 2 a 3 dias, uma dose-padrão de insulina, calculada em função do peso do animal; pode ser necessário a hospitalização durante um dia para se fazer uma curva da glicemia com coletas de sangue de meia em meia hora, durante 12 horas. Esta curva informa sobre os níveis de glicose no sangue e permite corrigir, eventualmente, a dose de insulina prescrita no início do tratamento e determinar as horas mais adequadas para a distribuição das refeições. Uma vez determinados estes valores, convém cumpri-los, e, em particular, injetar a dose de insulina por via subcutânea em cada dia, na mesma hora, em uma ou em 2 vezes.
Em princípio, este tratamento será aplicado durante toda a vida do animal: em todo caso, a correção dos desequilíbrios endócrinos, anteriormente mencionados, permite deixar de aplicar a insulinoterapia aos poucos, num reduzido número de casos. Na fêmea, quando a diabetes é conseqüência de um problema genital, aconselha-se proceder à castração, a fim de suspender o tratamento com insulina ou de controlar melhor as variações da diabetes, que de vez em quando, exigem uma modificação da dose a ser administrada.
O acompanhamento da doença nunca se deve basear na pesquisa de açúcar na urina, pois os erros de interpretação, algumas vezes consideráveis, podem induzir em erro no tratamento e levar (esse o maior risco) a injetar doses de insulina capazes de provocar a morte do animal. Uma coleta mensal de sangue permite um acompanhamento seguro da evolução da doença.
Os acidentes, ou incidentes, da insulinoterapia, são dominados pelo aparecimento repentino de uma hipoglicemia que, clinicamente, se traduz em fadiga, transtornos de locomoção e, nos casos extremos, coma. Estas complicações requerem um tratamento específico, de urgência, que só pode ser decidido pelo veterinário.
Paralelamente ao tratamento médio, será necessário adotar uma dieta hipocalórica. A este respeito, existem regras específicas que só o veterinário deve decidir.

Passe na Papá de Bicho e veja qual o tratamento ideal para seu animalzinho de estimação!!!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Promoção fim do Inverno

A Papá de Bicho coloca em promoção sua roupinhas de inverno para liquidar todo o estoque!!!

DESCONTOS DE 30 a 50%!!

Não deixe de aporveitar e seu caozinho passar frio nas noites que ainda finalizam o inverno no Brasil.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Promoção dia dos PAIS

A Papá de Bicho coloca em promoção seus KITs de Pesca com 20% de descontos em toda a linha de pesca!! Venha montar um belo presente para seu PAI!

"Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas.
Mas ficar feliz caso e quando cheguem.
É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão.
É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.
Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar.
É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois.
Mas jamais falar no momento preciso.
É ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte.
É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.
Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez.
É esperar.
É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo.
Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.
Ser pai é saber e calar. Fazer e guardar.
Dizer e não insistir.
Falar e dizer.
Dosar e controlar-se.
Dirigir sem demonstrar.
É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói.
Ser pai é ser bom sem ser fraco.
É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão.
Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar.
É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida.
Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão.
Mas ir às lágrimas quando chegam.
Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição.
É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho.
É saber brincar e zangar-se.
É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.
Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação.
Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio.
O máximo de convivência no máximo de solidão.
É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.
É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante."

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Coleiras Anti-Latidos

Latir é um comportamento natural para os cães, porém algumas vezes um cachorro que late muito é um problema para os seus donos. Um dono responsável não deve permitir que o seu cachorro se torne um incômodo para os vizinhos.
Antes de resolver o problema de latidos excessivos o dono deve entender o por quê do cachorro estar latindo. Para muitos cães estes latidos significam um pedido de socorro! Um cachorro que não recebe muita atenção, carinho do seu dono, fica muito tempo sozinho, sem nenhuma interação ou atividade, pode se tornar um latidor compulsivo.
Os cães são animais sociais e precisam de companhia (de humanos ou cães), exercício, e interação para serem saudáveis. Muitos cães latem quando estão sozinhos por tédio ou por ansiedade. Os donos destes cães talvez não entendam que um cachorro não consegue ficar parado quieto durante todo o período em que estão sozinhos em casa.
Uma vez que o dono consiga resolver estas necessidades básicas de um cachorro ele pode procurar meios eficazes de controlar os latidos compulsivos.
A Coleira Anti-Latido é um método excelente para ajudar na solução deste problema. Ela é acionada pela vibração das cordas vocais do cachorro quando late e emite uma correção sonora inofensiva mas em uma intensidade que o incomoda. Como esta correção é instantânea, ele irá diminuindo cada vez mais a quantidade de latidos. É um método eficaz e inofensivo, pois não fere nem causa danos à audição do animal. Ela pode ser usada pelo cachorro o dia inteiro. Nós humanos ouvimos um sinal sonoro toda vez que o cachorro latir. Isto é importante até para sabermos se a bateria ainda está com carga .
Às vezes o efeito desta coleira demora alguns dias para ser notado. Em situações em que o cachorro estiver altamente motivado a latir ele poderá demorar um pouco para sentir o incômodo da correção sonora emitida pela coleira. O importante é seguir o plano de apresentação da coleira para o cachorro conforme está descrito no manual de instruções, aguardar o seu efeito e também saber que, ao contrário das coleiras de choque, a Smart não causa nenhum dano físico ou emocional ao seu peludo.

Passe na Papá de Bicho e adquira sua coleira anti-latido!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Pseudociese – “Gravidez Psicológica”

Este quadro pode ocorrer em fêmeas não esterilizadas (mais comum em cadelas do que em gatas), em geral 6 a 12 semanas após o cio.
As fêmeas apresentam comportamento e sinais físicos de gravidez, sem estarem grávidas:
-preparam o ninho, raspando o chão e/ou camas e tapetes
-tratam brinquedos, sapatos e almofadas como se fossem filhotes, carregam com a boca, -lambem e podem ficar agressivas, protegendo o “filhote falso”
-aumento das glandulas mamárias – pode haver secreção fluida ou de leite
-letargia, depressão e secreção vaginal – ATENÇÃO! Estes sinais podem ser de piometra (infecção uterina grave) e sua cadela deve ser examinada por um veterinário o mais rápido possível.
Apesar do termo “Gravidez Psicológica”, este quadro é causado por alterações hormonais, ainda pouco compreendidas. O aumento da prolactina e a diminuição da progesterona podem levar à pseudociese.
A esterilização é a melhor medida para evitar a pseudociese.
É possível que mesmo após a castração (se for realizada no diestro) a fêmea desenvolva estes sintomas, mas a partir do próximo cio, não ocorrerá mais.
A pseudociese não interfere na capacidade reprodutiva da fêmea.
Outras patologias reprodutivas podem ser confundidas com a pseudociese, como a mastite (inflamação das glandulas mamárias), tumores de mama, piometra – confirme o diagnóstico com o veterinário dos seus animais.
Para confirmação diagnóstica, pode ser necessário realizar uma radiografia ou ultrassonografia para afastar a possibilidade de uma gravidez (real) ou de infecção uterina (piometra).
Na maioria das vezes, não é necessário medicação para cessarem os sintomas. Em aproximadamente 2 a 3 semanas, tudo voltará ao normal.
Evite estimular a secreção de leite, às vezes, a cadela mama nela mesma, ou outro animal da casa pode fazê-lo. Se necessário, vista uma roupa cirúrgica ou colar Elizabetano para impedir o acesso às mamas.
A esterilização não elimina os sinais durante o quadro de pseudociese, mas previne que ele ocorra novamente.
Se sua cadela estiver com muita produção de leite, dor nas mamas e prostração, pode ser necessário usar uma medicação para secar o leite, venha para a Papá de Bicho e você encontra todos os produtos necessários para auxiliar seu cão.