Um cão-guia é tipo de cão de assistência. É um animal adestrado para guiar pessoas cegas ou com deficiência visual grave, ou auxiliá-los nas tarefas caseiras.
Durante a condução dos deficientes visuais o cão deve ter a capacidade de discernir eventuais perigos devidos a obstáculos suspensos, o que requer cães de inteligência bastante elevada e treinamento avançado.
Embora os cães possam ser treinados para desviar vários obstáculos, eles não são capazes de distinguir cores como verde e vermelho, não podendo interpretar um semáforo. Eles são treinados para observarem o fluxo da área a ser percorrida e daí sim realizar a ação desejada com segurança.
Pular, sentar, fingir de morto, dar a pata é tudo que costumam pedir para um cão, mas, acreditem, eles podem fazer muito mais!!! Dar a pata, pode significar muito mais do que um simples gesto, já que alguns cães estendem suas patas para quem, realmente, precisa deles.
Existem cães trabalhadores, até cães que guiam pessoas cegas! Incrível, não? São cães meigos, carinhosos que, desde que nasceram, já estavam prontos para dar amor a quem viesse a viver com eles. Porém, além do amor, eles querem e podem dar muito mais.
Os cães-guias oferecem aos seus parceiros segurança na locomoção, equilíbrio físico e emocional, facilitam sua socialização, e até sua auto estima melhora, sem contar com o fato de ser um amigo sempre presente para garantir sua independência e aquecer seu coração.
Há alguém precisando de um cão-guia e nós precisamos de você para ajudar a treinar cães para entrar no mercado de trabalho.
A formação de um Cão-Guia tem início com um rigoroso processo de seleção genética e comportamental. Depois de selecionado, próximo aos três meses, o cão inicia a fase de socialização, que se estende até, aproximadamente, o animal completar um ano de idade. Esta fase pode ser conduzida pelo treinador ou por uma família voluntária, que cuida do animal no seu primeiro ano de vida. Durante este processo o cão aprende a conviver em ambiente social, urinar e defecar apenas em locais apropriados e alguns comandos básicos para o convívio.
Terminada a primeira fase, inicia-se o treinamento específico, com duração aproximada de sete meses, podendo se estender caso necessário. Nos primeiros seis meses, o cão aprende a desviar de obstáculos, perceber o movimento do trânsito, identificar objetos, encontrar a entrada e saída de diferentes locais, entre diversas outras atividades. No último mês é realizado o treinamento para transformar a dupla composta pelo cão-guia e seu usuário em um time que interagirá com a mais perfeita harmonia.
O tempo total de treinamento é de aproximadamente 16 meses, podendo se estender até 21 meses. Depois de treinados, os cães-guias identificam o movimento do trânsito, desviam de buracos, encontram as entradas e saídas de diferentes locais, localizam banheiros, escadas, elevadores, escadas rolantes, cadeiras, desviam de obstáculos altos, evitando que pessoas com deficiência visual batam com a cabeça, entre outros feitos incríveis.
Sempre temos provas de que a amizade de animais e humanos pode ultrapassar vários aspectos não imaginados, os cães guias nos mostram isto a todo instante. A Papá de Bicho faz parte deste mercado para aumentar ainda mais este laço afetivo entre seres humanos e seus animais.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Papá de Bicho na Campanha de DIA DAS MÃES
A ACIF vai sortear 12 TV’s de 42 polegadas mais pacotes de canais por assinatura da CTBC TV durante um ano. A campanha foi distribuída gratuitamente para 450 empresas que participaram do Natal Iluminado ACIF 2011.
Este ano, a ACIF contará com a parceria da CTBC para deixar o Dia das Mães ainda mais atrativo. A empresa de telefonia dará 12 pacotes de canais por assinatura para os consumidores sorteados. Os pacotes irão junto com as 12 TV da ACIF. A distribuição dos cupons acontecerá até o dia 12 de maio, véspera do Dia das Mães. O sorteio das 12 TVs mais os pacotes de canais por assinatura ocorrerá no dia 18, sexta-feira.
Segundo o presidente da ACIF, José Alexandre Carmo Jorge, a expectativa de vendas para o Dia das Mães é positiva. “O Dia das Mães é a segunda data mais importante no calendário de vendas para o setor comercial, só perdendo para o Natal. Este ano, com os incentivos fiscais do governo estadual e a queda dos juros, certamente as vendas tendem a ser boas. Nossa expectativa será confirmada em pesquisa, certamente”, disse José Alexandre.
O Dia das Mães deste ano acontecerá no domingo 13 de maio. O setor comercial funcionará em horário especial na véspera e antevéspera da data. No dia 11, sexta-feira, as lojas associadas ACIF permanecem abertas das 9 às 22 horas. No sábado, 12, o setor comercial abre até as 18 horas.
Fonte: acifranca.com.br
A Papá de Bicho é uma destas 450 empresas, compre na Papá de Bicho e preencha seu cupom para concorrer as TV'S de 42 Polegadas.
Papá de Bicho está sempre ligada e trazendo vantagens aos seus clientes!!!
Este ano, a ACIF contará com a parceria da CTBC para deixar o Dia das Mães ainda mais atrativo. A empresa de telefonia dará 12 pacotes de canais por assinatura para os consumidores sorteados. Os pacotes irão junto com as 12 TV da ACIF. A distribuição dos cupons acontecerá até o dia 12 de maio, véspera do Dia das Mães. O sorteio das 12 TVs mais os pacotes de canais por assinatura ocorrerá no dia 18, sexta-feira.
Segundo o presidente da ACIF, José Alexandre Carmo Jorge, a expectativa de vendas para o Dia das Mães é positiva. “O Dia das Mães é a segunda data mais importante no calendário de vendas para o setor comercial, só perdendo para o Natal. Este ano, com os incentivos fiscais do governo estadual e a queda dos juros, certamente as vendas tendem a ser boas. Nossa expectativa será confirmada em pesquisa, certamente”, disse José Alexandre.
O Dia das Mães deste ano acontecerá no domingo 13 de maio. O setor comercial funcionará em horário especial na véspera e antevéspera da data. No dia 11, sexta-feira, as lojas associadas ACIF permanecem abertas das 9 às 22 horas. No sábado, 12, o setor comercial abre até as 18 horas.
Fonte: acifranca.com.br
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
Campanha vacina mais de 11 mil cães e gatos
A vigilância sanitária já imunizou 11.496 cães e gatos em Franca durante a campanha de vacinação antirrábica. Na zona urbana foram 7.616 animais e na área rural 3.880. A expectativa é de que cerca de 41 mil animais sejam vacinados.
Todos os dias são montados postos em diferentes pontos da cidade, além do posto fixo existente na sede da secretaria de Saúde. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, sempre das 8h30 às 16 horas.
Fonte: http://www.gcn.net.br
Não deixe de vacinar seus animais, passe na Papá de Bicho e faça a vacinação de seus animais, lembrando que além da vacina de raiva é muito importante a imunização contra as doenças também e esta vacina não é feita de forma gratuita pela prefeitura!
Todos os dias são montados postos em diferentes pontos da cidade, além do posto fixo existente na sede da secretaria de Saúde. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, sempre das 8h30 às 16 horas.
Fonte: http://www.gcn.net.br
Não deixe de vacinar seus animais, passe na Papá de Bicho e faça a vacinação de seus animais, lembrando que além da vacina de raiva é muito importante a imunização contra as doenças também e esta vacina não é feita de forma gratuita pela prefeitura!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Saiba como cuidar de cães deficientes
Justamente por ser óbvio, é bom lembrar: pessoas deficientes merecem mais atenção e mais cuidados. E nem precisaríamos acrescentar: cães deficientes também. Muitos de nós conhecemos ou temos cães que nasceram com problemas mentais, visuais, auditivos, ou foram vítimas de doença grave, acidente ou violência, ou ainda estão bem velhinhos e perdendo visão, audição ou mobilidade.
Aqui vai um guia geral, mesmo sem esgotar o assunto, visando ajudar nossos peludos deficientes a viver mais — e com qualidade de vida.
Encarando e entendendo a situação
Cães costumam se adaptar bem e rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais drásticos e graves. Os donos, obviamente, têm de adaptar suas vidas às dos cães que, afinal, têm necessidades especiais. Também obviamente, vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, altruísmo, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.
Certas deficiências não incomodam tanto a quem as tem. Explico. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não pode sentir falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono. Idem para cães "cadeirantes", com patas traseiras imobilizadas ou ausentes.
Esteja pronto para consolar o peludo caso ele tenha se tornado cego, cadeirante ou adquirido outra deficiência. É natural que ele fique deprimido, e a melhor terapia é a ocupacional, continuando com as caminhadas e o máximo possível de brincadeiras. Homeopatia também pode ajudar a acalmá-lo.
Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois simples motivos. Um: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos, mas Mamãe Natureza é pragmática e não adianta mesmo a gente chorar — mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. Dois: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias, e em casos extremos pode até ser aconselhável eles serem sacrificados.
Quando alguém chama um cachorro de "idiota" ou "retardado", geralmente é puro desabafo de frustração ou raiva tipicamente humanas perante cães mais difíceis de serem socializados e aprenderem a obedecer comandos. No máximo, o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras. Fui dono por algum tempo (junto com meu filho e a mãe dele) de uma cadela jogada num rio dentro de um saco que foi descoberta em tempo para sobreviver, mas aparentemente a falta de oxigênio afetou-lhe a mente e sua socialização foi bem mais difícil durante todos os cerca de dez anos que ela viveu.
Algumas dicas para cuidar
Nunca é demais lembrar que socializar o cão, sela ele deficiente ou normal, é sempre importante. Como o peludo deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos, tábuas soltas, piscinas ou grandes fontes de água, escadas ou rampas muito lisas ou sem portões, móveis com cantos pontudos ou buracos no chão.
Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias; afinal, ele não tem a mesma facilidade humana de expressar com precisão o que sente e, se tiver paralisia ou insensibilidade em partes do corpo, não sentirá dor e portanto não poderá reagir a riscos de infecções, mesmo da forma simples, prática e bem canina de se lamber para curar ou minimizar feridas ou irritações. Como dissemos, você pode — e deve — passear com cães cegos ou surdos, apenas não se esquecendo de que é você quem enxerga e ouve por ele.
É bom apresentar o cão a outros cães deficientes. Você inclusive pode trocar experiências sobre o assunto com outros donos e donas. Mas cuidado ao apresentar o cão cego ou surdo a outros cães — há o risco de ele estranhar e rosnar ou até morder. Se você tem outros cães ou gatos, uma boa ideia é colocar-lhes guizos no pescoço, para que o cão perceba que eles estão chegando. (Você pode também prender com elástico guizos em um de seus próprios tornozelos, para o cão saber que você está próximo.)
Guizos vão bem também em bolas, assim como perfumes de toucinho ou baunilha, ou bolas que façam algum ruído, para facilitar o cão deficiente visual a encontrá-las e brincar com elas, especialmente se ele não é cego de nascença e adorava brincar de bola quando enxergava. Assim como jogadores de futebol se tornam técnicos, um cão muito ativo que tenha de e "aposentar" por invalidez poderá ter uma segunda carreira como cão de terapia em hospitais ou casas de repouso.
Sempre "converse" com o peludo, e procure falar sempre em tom alegre e "pra cima", especialmente se ele for cego. O cão sente segurança da presença do dono pela voz. É verdade que cães são excelentes para afastar a tristeza humana, mas isso não significa que devamos contaminá-los com ela. Ao viajar ou passar muito tempo fora de casa com ele, não esqueça do cobertor, caminha ou outro objeto com que ele esteja acostumado, para evitar que o bicho fique traumatizado ou inseguro.
Esta dica vale para todo mundo, deficiente ou não, humano ou peludo: evite paparicar e proteger demais! Deixe o cão solto o suficiente para se divertir e aprender a se virar na vida. Mesmo se ele seja de pequeno porte, não caia na tentação de colocá-lo em locais onde ele inicialmente não alcance (para comer, por exemplo), pois ele se confunde se de repente aparece um "deus" ou "deusa" para facilitar tudo. Evite também cair na armadilha daquele olhar ou ganir de quem não come há meses; obesidade, especialmente em cães inativos, é um risco e um problema a mais de que eles não precisam.
E o que é ser deficiente ou ser normal?
Parece-me adequado lembrar uma conversa que tive este ano com uma nova amiga. Ela disse: "Tenho uma filha com síndrome de Down". Não contive um "Que pena"... e levei o mais carinhoso tapa verbal: "Como assim, 'que pena'? O mundo material é feito de diferenças, é preciso acabar com esse preconceito de piedade! Pessoas com Down podem viver bem e são pessoas excelentes. E pessoas comuns sofrem de inveja, fraqueza, inconstância, distúrbios piores do que um déficit mental."
Do mesmo modo, um cão deficiente precisa de mais atenção e cuidados, como dissemos, e também de carinho, mas não de piedade de "superior" para "inferior". Mesmo que um peludo com necessidades especiais não chegue a ser normal, pensemos: afinal de contas, o que é ser normal? Mais importante é ser feliz e não causar mal a outros seres.
Não devemos ter aquela piedade inferiorizante, mas sim saber conviver com as diferenças, aceitá-las para tratá-las de acordo. Stephen Hawking, Stevie Wonder e Herbert Vianna são apenas três exemplos humanos de superação, e a perfeição, como diria Gilberto Gil, é meta de goleiro. Não importa se você acredita que seu cão é deficiente pela vontade de Deus ou por acaso e determinismo histórico; é bom pensarmos no cão deficiente como sendo, mais que portador de necessidades especiais, um cão que já é ele mesmo especial.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com
A Papá de Bicho sempre se preocupa com os animais, sejam eles "normais" ou com alguma deficiência, venha em nossas lojas e aprenda o que fazer em cada tipo de deficiência apresentada por seu animalzinho!!!
Aqui vai um guia geral, mesmo sem esgotar o assunto, visando ajudar nossos peludos deficientes a viver mais — e com qualidade de vida.
Encarando e entendendo a situação
Cães costumam se adaptar bem e rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais drásticos e graves. Os donos, obviamente, têm de adaptar suas vidas às dos cães que, afinal, têm necessidades especiais. Também obviamente, vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, altruísmo, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.
Certas deficiências não incomodam tanto a quem as tem. Explico. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não pode sentir falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono. Idem para cães "cadeirantes", com patas traseiras imobilizadas ou ausentes.
Esteja pronto para consolar o peludo caso ele tenha se tornado cego, cadeirante ou adquirido outra deficiência. É natural que ele fique deprimido, e a melhor terapia é a ocupacional, continuando com as caminhadas e o máximo possível de brincadeiras. Homeopatia também pode ajudar a acalmá-lo.
Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois simples motivos. Um: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos, mas Mamãe Natureza é pragmática e não adianta mesmo a gente chorar — mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. Dois: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias, e em casos extremos pode até ser aconselhável eles serem sacrificados.
Quando alguém chama um cachorro de "idiota" ou "retardado", geralmente é puro desabafo de frustração ou raiva tipicamente humanas perante cães mais difíceis de serem socializados e aprenderem a obedecer comandos. No máximo, o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras. Fui dono por algum tempo (junto com meu filho e a mãe dele) de uma cadela jogada num rio dentro de um saco que foi descoberta em tempo para sobreviver, mas aparentemente a falta de oxigênio afetou-lhe a mente e sua socialização foi bem mais difícil durante todos os cerca de dez anos que ela viveu.
Algumas dicas para cuidar
Nunca é demais lembrar que socializar o cão, sela ele deficiente ou normal, é sempre importante. Como o peludo deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos, tábuas soltas, piscinas ou grandes fontes de água, escadas ou rampas muito lisas ou sem portões, móveis com cantos pontudos ou buracos no chão.
Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias; afinal, ele não tem a mesma facilidade humana de expressar com precisão o que sente e, se tiver paralisia ou insensibilidade em partes do corpo, não sentirá dor e portanto não poderá reagir a riscos de infecções, mesmo da forma simples, prática e bem canina de se lamber para curar ou minimizar feridas ou irritações. Como dissemos, você pode — e deve — passear com cães cegos ou surdos, apenas não se esquecendo de que é você quem enxerga e ouve por ele.
É bom apresentar o cão a outros cães deficientes. Você inclusive pode trocar experiências sobre o assunto com outros donos e donas. Mas cuidado ao apresentar o cão cego ou surdo a outros cães — há o risco de ele estranhar e rosnar ou até morder. Se você tem outros cães ou gatos, uma boa ideia é colocar-lhes guizos no pescoço, para que o cão perceba que eles estão chegando. (Você pode também prender com elástico guizos em um de seus próprios tornozelos, para o cão saber que você está próximo.)
Guizos vão bem também em bolas, assim como perfumes de toucinho ou baunilha, ou bolas que façam algum ruído, para facilitar o cão deficiente visual a encontrá-las e brincar com elas, especialmente se ele não é cego de nascença e adorava brincar de bola quando enxergava. Assim como jogadores de futebol se tornam técnicos, um cão muito ativo que tenha de e "aposentar" por invalidez poderá ter uma segunda carreira como cão de terapia em hospitais ou casas de repouso.
Sempre "converse" com o peludo, e procure falar sempre em tom alegre e "pra cima", especialmente se ele for cego. O cão sente segurança da presença do dono pela voz. É verdade que cães são excelentes para afastar a tristeza humana, mas isso não significa que devamos contaminá-los com ela. Ao viajar ou passar muito tempo fora de casa com ele, não esqueça do cobertor, caminha ou outro objeto com que ele esteja acostumado, para evitar que o bicho fique traumatizado ou inseguro.
Esta dica vale para todo mundo, deficiente ou não, humano ou peludo: evite paparicar e proteger demais! Deixe o cão solto o suficiente para se divertir e aprender a se virar na vida. Mesmo se ele seja de pequeno porte, não caia na tentação de colocá-lo em locais onde ele inicialmente não alcance (para comer, por exemplo), pois ele se confunde se de repente aparece um "deus" ou "deusa" para facilitar tudo. Evite também cair na armadilha daquele olhar ou ganir de quem não come há meses; obesidade, especialmente em cães inativos, é um risco e um problema a mais de que eles não precisam.
E o que é ser deficiente ou ser normal?
Parece-me adequado lembrar uma conversa que tive este ano com uma nova amiga. Ela disse: "Tenho uma filha com síndrome de Down". Não contive um "Que pena"... e levei o mais carinhoso tapa verbal: "Como assim, 'que pena'? O mundo material é feito de diferenças, é preciso acabar com esse preconceito de piedade! Pessoas com Down podem viver bem e são pessoas excelentes. E pessoas comuns sofrem de inveja, fraqueza, inconstância, distúrbios piores do que um déficit mental."
Do mesmo modo, um cão deficiente precisa de mais atenção e cuidados, como dissemos, e também de carinho, mas não de piedade de "superior" para "inferior". Mesmo que um peludo com necessidades especiais não chegue a ser normal, pensemos: afinal de contas, o que é ser normal? Mais importante é ser feliz e não causar mal a outros seres.
Não devemos ter aquela piedade inferiorizante, mas sim saber conviver com as diferenças, aceitá-las para tratá-las de acordo. Stephen Hawking, Stevie Wonder e Herbert Vianna são apenas três exemplos humanos de superação, e a perfeição, como diria Gilberto Gil, é meta de goleiro. Não importa se você acredita que seu cão é deficiente pela vontade de Deus ou por acaso e determinismo histórico; é bom pensarmos no cão deficiente como sendo, mais que portador de necessidades especiais, um cão que já é ele mesmo especial.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com
A Papá de Bicho sempre se preocupa com os animais, sejam eles "normais" ou com alguma deficiência, venha em nossas lojas e aprenda o que fazer em cada tipo de deficiência apresentada por seu animalzinho!!!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Funcionamento no feriado
Senhores Clientes,
A Papá de Bicho irá abrir em sua loja 01 (ESTAÇÃO)normalmente neste dia 21/04/2012 no feriado de Tiradentes, o horário é o mesmo de todos os outros sábados, das 08:30 até às 15:00 horas!!!
Já em nossa loja 02 (Próxima ao Fórum), não teremos funcionamento neste feriado.
Lembresse se precisar de algo é só nos ligar 3723.2299 ou comparecer em nossa loja na Estação, fazemos entrega em toda cidade!
A Papá de Bicho irá abrir em sua loja 01 (ESTAÇÃO)normalmente neste dia 21/04/2012 no feriado de Tiradentes, o horário é o mesmo de todos os outros sábados, das 08:30 até às 15:00 horas!!!
Já em nossa loja 02 (Próxima ao Fórum), não teremos funcionamento neste feriado.
Lembresse se precisar de algo é só nos ligar 3723.2299 ou comparecer em nossa loja na Estação, fazemos entrega em toda cidade!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Programa de Fidelidade
A Papá de Bicho em parceria com a Doctorcred ajuda você com um programa de fidelidade!
Comprando na Papá de Bicho (ou outros estabelecimentos credenciados conforme site: www.doctorcred.com.br) você acumula SOMUS e troca por produtos de seu interesse na Papá de Bicho.
Banho e tosa total de um caozinho de pequeno porte você pode trocar tendo em seu cartão 3.571 SOMUS, ai você deve estar se perguntando como juntar estes SOMUS, certo?
É facil, a cada real gasto em qualquer empresa parceira da Doctorcred peça para pontuar seus SOMUS no cartão fidelidade, você adquire 5 SOMUS. Viu como é facil?
Você ainda não possui seu cartão fidelidade?
Passe na Papá de Bicho e peça para nossos funcionários cadastratem um para você, e vá acumulando SOMUS, assim você pode trocar por produtos de seu interesse.
Papá de Bicho, sempre buscando alternativas para facilitar a vida de nossos clientes, visando a qualidade de vida de seu animalzinho.
Comprando na Papá de Bicho (ou outros estabelecimentos credenciados conforme site: www.doctorcred.com.br) você acumula SOMUS e troca por produtos de seu interesse na Papá de Bicho.
Banho e tosa total de um caozinho de pequeno porte você pode trocar tendo em seu cartão 3.571 SOMUS, ai você deve estar se perguntando como juntar estes SOMUS, certo?
É facil, a cada real gasto em qualquer empresa parceira da Doctorcred peça para pontuar seus SOMUS no cartão fidelidade, você adquire 5 SOMUS. Viu como é facil?
Você ainda não possui seu cartão fidelidade?
Passe na Papá de Bicho e peça para nossos funcionários cadastratem um para você, e vá acumulando SOMUS, assim você pode trocar por produtos de seu interesse.
Papá de Bicho, sempre buscando alternativas para facilitar a vida de nossos clientes, visando a qualidade de vida de seu animalzinho.
sábado, 14 de abril de 2012
Cão que late e é bem educado não morde
Ayrton Mugnaini Jr., especial para o Yahoo! Brasil13 Apr 2012 08:04:36
Já dizia Mark Twain: “A maior diferença entre um cão e um ser humano é que se pegarmos um cão pobre e o transformarmos num cão próspero, ele não nos morderá.” Só faltou complementar: transformar o cão pobre em próspero inclui treinamento adequado, para que “o melhor amigo do ser humano” não nos trate como inimigo e realmente não morda nossos amigos nem os amigos de nossos amigos – independente da idade, raça, porte ou temperamento do peludo.
Por que alguns cães mordem quem não devem?
Muitos donos nem sabem que estão treinando seus cães para saírem mordendo gente por aí. Uma causa frequente é a socialização mal feita do bicho, que foi abandonado na rua ou é deixado sozinho, amarrado ou confinado por muito tempo. Será que estes donos gostariam de ser largados na rua ou ficar amarrados ou presos em quartinhos? Pois então, os cães nessa situação podem ficar medrosos e inseguros, passando a atacar por puro medo e instinto de autodefesa – a famosa “falsa coragem nascida da covardia”. Isto também acontece com cães que não foram treinados para deixarem os donos e amigos de donos mexerem em seus pratos de comida, ou não foram devidamente socializados com outros cães ou pessoas. O bicho pode ter tendência inata para morder, mas só adquirirá o costume de efetivamente morder se assim for treinado (ou mal treinado).
Outro motivo que pode levar o cão a morder “do nada” é o grau de dominância e instinto de proteção de sua propriedade, território ou família (que para ele é “matilha”), sem falar no próprio instinto de matilha do canino. Muitos cães conseguem escapar para a rua, acabam juntando-se a outros caninos desgarrados e mordem outras pessoas que encontram.
É bom observar a saúde do cão. Dor, sofrimento físico e doenças como epilepsia podem deixá-lo inquieto e contrariado a ponto de – inconscientemente, é claro – “descontar” em quem aparecer.
Como prevenir
É de pequenino que se treina o canino. E é normal o cão filhote dar mordidinhas para brincar ou ir treinando a dentição. Nesta idade, embora os dentes possam ser afiados, a mordida ainda é fraca demais para causar danos sérios. E se o peludinho não for muito de mordiscar, cuidado! Ele pode ser do tipo que resolve morder todo mundo depois de grande. Quanto mais mordidinhas ele der na infância, menor será a probabilidade de se tornar um adulto anti-social e mordedor.
Seja qual for a idade do cão, dê-lhe algo para mordiscar, como um osso de borracha. Se o brinquedo incluir comida (como uma garrafa pet), melhor ainda para o peludo juntar a fome com a vontade de morder. E não se esqueça de socializar o cão, colocando-o em contato com outros cães e outras pessoas.
Se o canino foi adotado já adulto, é preciso você impor e manter a liderança. Como já afirmei, treinar e dominar um cão é como dirigir automóvel, não se aprende de uma hora para outra e não se faz mais ou menos. Se, por exemplo, o dono do cão for o homem da casa e precisar se ausentar por muito tempo (viagem, exército, doença), a dona da casa deve assumir a liderança (por mais difícil que possa parecer, com muito trabalho, serviço de casa, filhos para cuidar etc.) antes que alguém – no caso, o cão – o faça. Seja firme porém gentil, e nunca demonstre raiva nem faça escândalo, para não aumentar a ansiedade do cão nem dar ensejo a que ele interprete a reprimenda como perigo e reaja de acordo. Caso o canino esteja muito assustado, acalme-o, ou espere que ele se acalme, antes de “invadir”-lhe o espaço, para evitar que ele ataque justamente por medo de perder o território. Se ele vive num espaço muito pequeno, liberte-o, abrindo mais espaço na garagem, jardim ou quintal e delimitando-o com cercas ou portões.
Como já dissemos em outro artigo, o cão deverá ser socializado de modo a permitir que o dono e pessoas autorizadas por este mexam em sua comida. Conforme o temperamento do cão, pode ser necessário levá-lo a passeio com uma mordaça. E se ele for realmente um bicho bravo, nem pense em deixá-lo perto de crianças ou idosos.
Ah, sim: qualquer que seja a idade do peludo, sempre estimule sua segurança e autoconfiança, deixando claro que nunca lhe faltará carinho, casa, comida, companhia, brinquedos e atividade.
E como remediar?
Pode acontecer de o cão se revelar fisicamente violento de uma hora para outra, quando, por exemplo, como já lembramos, o “dominador da matilha”, ou seja, o dono, se ausenta por um longo período, e o cão tenta ocupar seu “trono”. Se o cão começar a ameaçar ou morder de repente, tente descobrir a causa mais de repente ainda, imediatamente. Além dos comandos de “Não!” quando o canino rosnar para quem não deve, castrá-lo (o cão) pode ajudar a diminuir sua agressividade. E mesmo que ele venha a morder alguém, quase sempre há como impedir que isso aconteça novamente sem ser preciso ir ao extremo de sacrificar o bicho.
Tive um exemplo em casa. Há doze anos a mãe de meu filho recolheu um vira-lata adulto a quem chamou de Toby. Na ocasião estávamos trabalhando muito e reformando a casa, e não pudemos dar muita atenção a ele. Os pedreiros tiveram a ideia de amarrar o cachorro para poderem trabalhar. Hoje eu sei que muito melhor seria darmos um pouco mais de atenção ao bicho, pois ele juntou o trauma do abandono anterior ao de ser amarrado e desandou a morder todo mundo – pedreiros, faxineiras, visitas.
Consultamos um treinador, que sugeriu acalmarmos Toby com passeios, petiscos e atenção. Deu certo por duas semanas – até que numa tarde o telefone tocou e corri para atender. Nhac! Atendi ao telefone com o bicho pendurado em minha perna. Eu e minha então esposa conversamos até sobre termos de sacrificar o cão. Mas a mãe dela deu a sugestão ideal: trocarmos Toby por duas cadelas mais mansas que ela tinha no quintal, que era bem maior que o nosso. Com mais espaço e menos concorrência (além de ordens de comando cada vez que se irritasse), Toby se acalmou e viveu feliz até falecer, sete anos depois. Realmente, minha sogra foi uma mãe...
Passe na Papá de Bicho e aprenda com nossos funcionários dicas importantes para se dar ainda melhor com seu animalzinho!!!
Já dizia Mark Twain: “A maior diferença entre um cão e um ser humano é que se pegarmos um cão pobre e o transformarmos num cão próspero, ele não nos morderá.” Só faltou complementar: transformar o cão pobre em próspero inclui treinamento adequado, para que “o melhor amigo do ser humano” não nos trate como inimigo e realmente não morda nossos amigos nem os amigos de nossos amigos – independente da idade, raça, porte ou temperamento do peludo.
Por que alguns cães mordem quem não devem?
Muitos donos nem sabem que estão treinando seus cães para saírem mordendo gente por aí. Uma causa frequente é a socialização mal feita do bicho, que foi abandonado na rua ou é deixado sozinho, amarrado ou confinado por muito tempo. Será que estes donos gostariam de ser largados na rua ou ficar amarrados ou presos em quartinhos? Pois então, os cães nessa situação podem ficar medrosos e inseguros, passando a atacar por puro medo e instinto de autodefesa – a famosa “falsa coragem nascida da covardia”. Isto também acontece com cães que não foram treinados para deixarem os donos e amigos de donos mexerem em seus pratos de comida, ou não foram devidamente socializados com outros cães ou pessoas. O bicho pode ter tendência inata para morder, mas só adquirirá o costume de efetivamente morder se assim for treinado (ou mal treinado).
Outro motivo que pode levar o cão a morder “do nada” é o grau de dominância e instinto de proteção de sua propriedade, território ou família (que para ele é “matilha”), sem falar no próprio instinto de matilha do canino. Muitos cães conseguem escapar para a rua, acabam juntando-se a outros caninos desgarrados e mordem outras pessoas que encontram.
É bom observar a saúde do cão. Dor, sofrimento físico e doenças como epilepsia podem deixá-lo inquieto e contrariado a ponto de – inconscientemente, é claro – “descontar” em quem aparecer.
Como prevenir
É de pequenino que se treina o canino. E é normal o cão filhote dar mordidinhas para brincar ou ir treinando a dentição. Nesta idade, embora os dentes possam ser afiados, a mordida ainda é fraca demais para causar danos sérios. E se o peludinho não for muito de mordiscar, cuidado! Ele pode ser do tipo que resolve morder todo mundo depois de grande. Quanto mais mordidinhas ele der na infância, menor será a probabilidade de se tornar um adulto anti-social e mordedor.
Seja qual for a idade do cão, dê-lhe algo para mordiscar, como um osso de borracha. Se o brinquedo incluir comida (como uma garrafa pet), melhor ainda para o peludo juntar a fome com a vontade de morder. E não se esqueça de socializar o cão, colocando-o em contato com outros cães e outras pessoas.
Se o canino foi adotado já adulto, é preciso você impor e manter a liderança. Como já afirmei, treinar e dominar um cão é como dirigir automóvel, não se aprende de uma hora para outra e não se faz mais ou menos. Se, por exemplo, o dono do cão for o homem da casa e precisar se ausentar por muito tempo (viagem, exército, doença), a dona da casa deve assumir a liderança (por mais difícil que possa parecer, com muito trabalho, serviço de casa, filhos para cuidar etc.) antes que alguém – no caso, o cão – o faça. Seja firme porém gentil, e nunca demonstre raiva nem faça escândalo, para não aumentar a ansiedade do cão nem dar ensejo a que ele interprete a reprimenda como perigo e reaja de acordo. Caso o canino esteja muito assustado, acalme-o, ou espere que ele se acalme, antes de “invadir”-lhe o espaço, para evitar que ele ataque justamente por medo de perder o território. Se ele vive num espaço muito pequeno, liberte-o, abrindo mais espaço na garagem, jardim ou quintal e delimitando-o com cercas ou portões.
Como já dissemos em outro artigo, o cão deverá ser socializado de modo a permitir que o dono e pessoas autorizadas por este mexam em sua comida. Conforme o temperamento do cão, pode ser necessário levá-lo a passeio com uma mordaça. E se ele for realmente um bicho bravo, nem pense em deixá-lo perto de crianças ou idosos.
Ah, sim: qualquer que seja a idade do peludo, sempre estimule sua segurança e autoconfiança, deixando claro que nunca lhe faltará carinho, casa, comida, companhia, brinquedos e atividade.
E como remediar?
Pode acontecer de o cão se revelar fisicamente violento de uma hora para outra, quando, por exemplo, como já lembramos, o “dominador da matilha”, ou seja, o dono, se ausenta por um longo período, e o cão tenta ocupar seu “trono”. Se o cão começar a ameaçar ou morder de repente, tente descobrir a causa mais de repente ainda, imediatamente. Além dos comandos de “Não!” quando o canino rosnar para quem não deve, castrá-lo (o cão) pode ajudar a diminuir sua agressividade. E mesmo que ele venha a morder alguém, quase sempre há como impedir que isso aconteça novamente sem ser preciso ir ao extremo de sacrificar o bicho.
Tive um exemplo em casa. Há doze anos a mãe de meu filho recolheu um vira-lata adulto a quem chamou de Toby. Na ocasião estávamos trabalhando muito e reformando a casa, e não pudemos dar muita atenção a ele. Os pedreiros tiveram a ideia de amarrar o cachorro para poderem trabalhar. Hoje eu sei que muito melhor seria darmos um pouco mais de atenção ao bicho, pois ele juntou o trauma do abandono anterior ao de ser amarrado e desandou a morder todo mundo – pedreiros, faxineiras, visitas.
Consultamos um treinador, que sugeriu acalmarmos Toby com passeios, petiscos e atenção. Deu certo por duas semanas – até que numa tarde o telefone tocou e corri para atender. Nhac! Atendi ao telefone com o bicho pendurado em minha perna. Eu e minha então esposa conversamos até sobre termos de sacrificar o cão. Mas a mãe dela deu a sugestão ideal: trocarmos Toby por duas cadelas mais mansas que ela tinha no quintal, que era bem maior que o nosso. Com mais espaço e menos concorrência (além de ordens de comando cada vez que se irritasse), Toby se acalmou e viveu feliz até falecer, sete anos depois. Realmente, minha sogra foi uma mãe...
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